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Influência da geografia na economia de Angola

banco2Segundo maior produtor de petróleo do continente, o potencial de crescimento de Angola pode aumentar se houver uma maior integração económica na África Subsaariana e Austral.

Pelo seu crescimento dinâmico – obteve a 20.ª taxa de crescimento mais alta do mundo em 2013 –, Angola tem vantagens. Mas o grande desafio do país, se quiser ter mais protagonismo em África, deve ser repensar o processo de integração regional, defende o economista Carlos Rosado de Carvalho: “Temos sido dos países que têm atrasado a implementação da zona do comércio livre. Se quisermos ter um maior protagonismo no continente, devemos estar no pelotão da frente da zona do comércio livre e também da união aduaneira”.

Porém, deixa um alerta: “Não estou a querer dizer que vamos abrir as nossas fronteiras imediatamente sem quaisquer restrições, pelo contrário. Devemos negociar no seio da SADC [Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral] a zona do comércio livre. Sou dos que defendem que o nosso futuro passa pela integração regional”.

Carlos Rosado lembra que a posição geográfica de Angola, sobretudo a vasta costa marítima, é um dos vectores do protagonismo.

Crescimento recupera

A economia angolana, após registar um crescimento acentuado entre 2002 e 2008, viveu um período de arrefecimento nos três anos subsequentes, sobretudo devido aos efeitos da crise económica e financeira que assolou o mundo. Depois deste período acelerou um pouco e prevê-se que nos próximos anos a taxa de crescimento da economia ande entre 5 e 7%.

Questionado sobre as políticas adoptadas para diversificar a economia, o economista entende que elas são determinantes para o país. “Já não vamos crescer muito a nível do petróleo e o nosso principal problema continua a ser a forte dependência do sector petrolífero. Representa cerca de 99% das exportações e de 80% da fonte de arrecadação de receitas públicas”.

Em visita a Angola no ano passado, o vice-presidente do Governo da Federação Russa, Dmitri Rogozin, disse que o país pode ser um interveniente importante e aumentar o protagonismo na resolução de questões do continente africano e não só.

Falando numa conferência de imprensa no final de uma visita de três dias, o governante russo disse que Angola é uma nação “estável”, em crescimento e com boas perspectivas para o futuro, embora na sua vizinhança ainda se registe alguma instabilidade.

Frisou que a Rússia está disposta a prestar apoio a Angola nos mais variados domínios, entre os quais a defesa e a segurança, para que o país possa manter a estabilidade e segurança do povo.

Segundo maior produtor de petróleo do continente, o potencial de crescimento de Angola pode aumentar se houver uma maior integração económica na África Subsaariana e Austral.

Pelo seu crescimento dinâmico – obteve a 20.ª taxa de crescimento mais alta do mundo em 2013 –, Angola tem vantagens. Mas o grande desafio do país, se quiser ter mais protagonismo em África, deve ser repensar o processo de integração regional, defende o economista Carlos Rosado de Carvalho: “Temos sido dos países que têm atrasado a implementação da zona do comércio livre. Se quisermos ter um maior protagonismo no continente, devemos estar no pelotão da frente da zona do comércio livre e também da união aduaneira”.

Porém, deixa um alerta: “Não estou a querer dizer que vamos abrir as nossas fronteiras imediatamente sem quaisquer restrições, pelo contrário. Devemos negociar no seio da SADC [Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral] a zona do comércio livre. Sou dos que defendem que o nosso futuro passa pela integração regional”.

Carlos Rosado lembra que a posição geográfica de Angola, sobretudo a vasta costa marítima, é um dos vectores do protagonismo.

Crescimento recupera

A economia angolana, após registar um crescimento acentuado entre 2002 e 2008, viveu um período de arrefecimento nos três anos subsequentes, sobretudo devido aos efeitos da crise económica e financeira que assolou o mundo. Depois deste período acelerou um pouco e prevê-se que nos próximos anos a taxa de crescimento da economia ande entre 5 e 7%.

Questionado sobre as políticas adoptadas para diversificar a economia, o economista entende que elas são determinantes para o país. “Já não vamos crescer muito a nível do petróleo e o nosso principal problema continua a ser a forte dependência do sector petrolífero. Representa cerca de 99% das exportações e de 80% da fonte de arrecadação de receitas públicas”.

Em visita a Angola no ano passado, o vice-presidente do Governo da Federação Russa, Dmitri Rogozin, disse que o país pode ser um interveniente importante e aumentar o protagonismo na resolução de questões do continente africano e não só.

Falando numa conferência de imprensa no final de uma visita de três dias, o governante russo disse que Angola é uma nação “estável”, em crescimento e com boas perspectivas para o futuro, embora na sua vizinhança ainda se registe alguma instabilidade.

Frisou que a Rússia está disposta a prestar apoio a Angola nos mais variados domínios, entre os quais a defesa e a segurança, para que o país possa manter a estabilidade e segurança do povo.

Fonte: Jornal sol

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This entry was posted on 14 de Janeiro de 2014 by in Economia and tagged , , , , , , , .

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