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Fim dos conflitos e independência económica de África na agenda de Angola

AZXAxGarantir que alguns países africanos ponham termo a conflitos armados e a consequente independência económica do continente, constitui um dos principais desafios de Angola, como membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU.

A perspectiva é do representante permanente de Angola junto das Nações Unidas, embaixador Ismael Martins, em declarações à Rádio Nacional de Angola, em Luanda, por ocasião do 38º aniversário da admissão do país na Organização das Nações Unidas, ocorrida a 1 de Dezembro de 1976.

O diplomata apontou que da agenda de Angola no Conselho de Segurança consta a resolução dos principais problemas que a África ainda enfrenta, nomeadamente a fome e a eliminação de conflitos armados, protagonizadas por agentes a partir de fora do continente.

Ismael Martins sublinhou que, para Angola, é fundamental os conflitos serem resolvidos através do diálogo participativo da comunidade internacional, e que o país vai procurar estar no centro desse debate.

Afirmou que Angola pretende continuar a ter um papel activo, recordando o seu engajamento para o fim da crise na República Democrática do Congo (RDC), nomeadamente na parte leste, assim como a resolução do conflito na República Centro-Africana (RCA).

Queremos ser participantes e respeitados para apontar as soluções que passam pelo diálogo e prevenção de conflitos, para evitar que estes se extremem ou caiam numa situação de quase genocídio, como se estava a assistir na RCA”, frisou.

O embaixador referiu como exemplo de saída de crises, a forma como Angola resolveu o seu conflito, através da reconciliação entre os homens, diálogo e respeito pela vida humana.

A República de Angola foi eleita a membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU a 16 de Outubro de 2014, em Nova Iorque, ao conquistar 190 dos 193 votos expressos.

Esta é a segunda vez que Angola é eleita a este selecto grupo, onde pontificam as cinco potências que se constituem nos membros permanentes, designadamente EUA, Rússia, China, França e Reino Unido, com direito a veto.

A primeira eleição ao órgão ocorreu a 27 de Setembro de 2002, quatro meses depois do fim do conflito armado e do estabelecimento da paz definitiva no país.

Fonte:Novo Jornal/Jambakiaxi

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This entry was posted on 1 de Dezembro de 2014 by in Politica and tagged , , , .

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