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Temas do V Congresso Extraordinário do MPLA são actuais

ddaWDOs temas abordados no V Congresso Extraordinário do MPLA, que decorreu de 4 a 6 de Dezembro, em Luanda, respondem as questões actuais do país, afirmou hoje, quinta-feira, o analista político António Luvualo de Carvalho.

Em entrevista à Angop, a propósito do V Congresso Extraordinário do MPLA, António Luvualo de Carvalho disse que este congresso foi muito actual e apresentou como exemplo as várias facetas abordadas, tal como “a questão do desporto nacional”, para o qual tem de haver uma melhoria substancial, com particular realce para o futebol”.

“Acredito que as abordagens foram transversais, uma vez que falou-se da saúde, da educação, com mais de seis milhões de jovens angolanos e criança a terem acesso a escola, da questão do primeiro emprego, entre outras”, disse.

Para si, as outras formações políticas devem agora engajar-se no sentido de seguir o ritmo desta formação política, que em sua visão deixou uma grande imagem, dai que os outros partidos devem aprender com o MPLA no sentido de uma maior “luta política”.

Salientou que as formações políticas da oposição não têm simplesmente o trabalho de denegrir o que é feito pelo partido do governo, mas também têm de aprender com o que está a ser feito pelo mesmo, para poderem igualmente reforçar as suas infra-estruturas.

“Estive com alguns líderes de partidos da oposição, como Adalberto da Costa Júnior (Unita), Alcides Sakala (Unita), Eduardo Kuangana (PRS), Lucas Ngonda (FNLA) e acredito que grande parte das forças representadas na nossa Assembleia Nacional estiveram presentes e viram o nível de organização infra-estrutural, a elaboração das teses e políticas de trabalho”, acrescentou.

António Luvualo de Carvalho considera, com isso, que a democracia angolana saiu mais reforçada, uma vez que o partido MPLA, segundo os últimos dados que obteve por via da União Europeia, “possui cerca de seis a sete milhões de militantes e mais de três milhões de simpatizantes ou seja, perto de 10 ou 12 milhões de pessoas fazem do MPLA uma cultura diária”.

Salientou ainda ter sido este um momento oportuno para a realização do evento, porque se o MPLA teve o seu último Congresso Ordinário a pouco menos de três anos e, deste, terem saído  deliberações segundo as quais deveria ser realizado um Congresso Extraordinário que projectasse posteriormente o Congresso Ordinário de 2016, antecedendo as eleições de 2017, não haveria muito sentido ter lugar um Congresso Extraordinário em 2015.

Explicou que ele serviu para fazer um balanço do MPLA de 2012 a 2014, projectar o congresso de 2016, com algumas questões também pré-eleitorais a serem já observadas, e no congresso ordinário de 2016 serem lançadas as bases para as eleições gerais de 2017.

“Quanto ao tempo, eu acho que foi o melhor, porque tivemos o ano todo para se poder reflectir e também agora com as questões das incertezas nas relações internacionais, da baixa do preço do petróleo, das volatilidades internacionais”, disse.

Fonte:Angop/Jambakiaxi

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This entry was posted on 11 de Dezembro de 2014 by in Politica and tagged , , , , .

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