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Mercado secundário da dívida pública inicia actividade

aDasdOs mercados por Grosso de Títulos de Tesouro (MGTT) e o de Registo de Títulos de Tesouro (MRTT) estão activos desde as 10H16 de hoje (sexta-feira), em Luanda, na sequência do lançamento, pela primeira vez no país, do Mercado Secundário de Dívida Pública.

Trata-se de dois segmentos do Mercado Especial de Dívida Pública, enquadrado na primeira fase da implementação do Mercado de Valores Mobiliários e que tem a Bolsa de Dívida e Valores de Angola (Bodiva) como gestora das praças regulamentadas.

O Mercado por Grosso de Títulos de Tesouro destina-se à negociação entre especialistas (para carteira própria ou em nome de clientes), que acontece entre bancos, corretoras e distribuidoras, afirmou o Presidente do Conselho de Administração da Bodiva, António Furtado.

Essa negociação, prosseguiu, tem lugar através do sistema “quote drivem”, em que os criadores de mercado desempenham um papel basilar ao assegurarem a contínua cotação dos títulos admitidos à negociação.

O segundo segmento (Mercado de Registo de Títulos de Tesouro) destina-se ao registo em mercado regulamentado de operações previamente acordadas entre dois participantes, permitindo que o mercado obtenha informação sobre os negócios que ocorrem em Mercado de Balcão Organizado.

António Furtado disse que a agilidade com que a Dívida Pública Titularizada pode agora ser transaccionada entre investidores, num ambiente fiscal competitivo permite antever grande liquidez e profundidade para este mercado.

Salientou que a opção de iniciar a actividade dos Mercados Regulamentados pelo Mercado especial de Dívida Pública se justifica pela necessidade de projectar a curva de rendimentos para os demais segmentos.

“Essa foi a estratégia definida pela Comissão de Mercados de Capitais (CMC) sob mandato do Poder Executivo, por acreditar que a Dívida Pública Titularizada vai ser capaz de conferir liquidez e profundidade ao mercado de capitais”, referiu o presidente da CMC, Archer Mangueira.

Informou que na segunda fase, prevista para o primeiro semestre de 2015, implementar-se-á a Central de Valores Mobiliários, indispensável para a admissão de valores mobiliários corporativos, acções e obrigações.

As pessoas colectivas ou singulares que pretendem investir neste mercado devem constituir-se clientes de um operador de mercado para ter acesso aos respectivos valores mobiliários.

Fonte:Angop/Jambakiaxi

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This entry was posted on 19 de Dezembro de 2014 by in Economia, Politica and tagged , , , .

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