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Quatro reféns e o sequestrador morreram durante atentado em Paris. Há ainda quatro feridos

wdddO desfecho é trágico: quatro reféns morreram durante um sequestro numa mercearia kosher em Port de Vincennes, Paris. O raptor foi morto pela polícia durante a operação e, segundo a RTL, exigia o fim do cerco aos suspeitos do massacre no “Charlie Hebdo”, os irmãos Kouachi, – que também morreram durante uma outra intervenção policial a 50 quilómetros de Paris. Há ainda quatro feridos, cujo estado de gravidade não é oficialmente conhecidos, mas os media franceses dizem que estão todos em estado grave.

Depois de terem sido ouvidas explosões, vários reféns saíram a correr do interior da mercearia. Sabe-se que quatro acabaram por perder a vida, tal como o raptor.

Ainda não é conhecido o número total de reféns que estariam dentro da mercearia. A France Press noticiou que seriam cinco, a Reuters avançou que seriam seis. Tendo em conta o número de vítima mortais, feridos e o número de pessoas vistas a sair do interior do estabelecimento, seriam bem mais que os cinco e seis referidos. Os media franceses escreveram que haveria crianças na mercearia.

Um forte contingente policial continua na zona, que foi evacuada e bloqueada. A convicção das autoridades é que o atacante agora morto será o homem envolvido no assassinato de uma mulher-polícia ocorrido quinta-feira em Montrouge.

Testemunhas referiram que o homem estava armado com duas metralhadoras, tendo outras notícias ligado este indivíduo aos dois irmãos suspeitos do ataque ao “Charlie Hebdo”. Seriam amigos e o “Le Monde” acrescenta que o sequestrador de Paris estava referenciado nas listas das brigadas anti-terrorismo.

Durante o sequestro, a polícia divulgou imagens  de dois suspeitos do homicídio da mulher-polícia: trata-se de Amedy Coulibaly, um homem de 32 anos, e de uma mulher, Hayat Boumeddiene, de 27 anos. Coulibaly seria o homem envolvido no tiroteio e rapto desta sexta-feira em Porte de Vincennes. A mulher estaria nas imediações, segundo informações de órgãos de comunicação social franceses, mas não no interior da mercearia.

A polícia, tal como tinha feito para os suspeitos do massacre no “Charlie Hebdo”, que resultou em 12 mortos e 11 feridos, disponibilizou um contacto telefónico para receber informações sobre o paradeiro de Amedy Coulibaly e Hayat Boumeddiene.

Fonte:Notícias ao Minuto/Jambakiaxi

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This entry was posted on 9 de Janeiro de 2015 by in Politica, Sociedade and tagged , , , , , , , .

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