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Angola vai superar desafio da baixa do petróleo, diz François Hollande

cswcqO Chefe de Estado Francês, François Hollande, mostrou-se certo de que Angola conseguirá superar o desafio provocado pela baixa do preço do barril do petróleo, a nível mundial, e que influencia, há alguns meses a economia angolana.

O estadista francês fundamentou esta convicção no facto de, como afirmou, haver uma tendência para que o nível do preço venha a aumentar, diante das “importantes reservas de Angola”.

François Hollande pronunciava-se hoje, em Luanda, no início do fórum económico Angola-França, tendente  ao reforço da parceria entre ambos os países.

O Chefe de Estado disse que sabe que Angola está empenhada em diversificar a sua economia  a fim de responder às necessidades da população.

“A França confia no futuro económico de Angola, sentimo-nos impressionados com o potencial de Angola, com 25 milhões de habitantes e um rendimento per capita de 5 mil dólares, com crescimento de mais de 4% por ano”, afirmou , considerando que investir em Angola significa transmitir uma mensagem de confiança à população angolana, bem como à sua economia.

Segundo disse, a parceria cinge-se ainda em demasia à actividade petrolífera, notando que do lado da Total há uma presença que justifica a sua actividade, hoje em dia, assim como empresas do sector para-petrolífero, que contribuem também para o desenvolvimento do país.

Fez saber que a Total investe 2,5 mil milhões por ano em Angola e representa 40% da produção e que o acordo com a Sonangol permitirá prosseguir este ritmo de investimento durante vários anos.

François Hollande falou também da necessidade de diversificar a actividade da Total em Angola, através de projectos ligados ao gás natural e na área das energias limpas, distribuindo com a Sonangol candeeiros solares, destinados a fornecer energia a agregados familiares angolanos.

Por outro lado, o presidente francês referiu-se a outras valências económicas “que estão na base da boa reputação da França” como transportes, turismo, sector agro-alimentar, água e  construção.

Fez questão de insistir nas ofertas que o estado gaulês pode fazer a Angola, adiantando que  a França vai criar uma terceira frequência (de voos) por semana a Luanda e no capítulo hoteleiro serão abertos 50 hotéis , 15 dos quais na capital (Luanda).

No seu pronunciamento deu particular destaque à formação de pessoal angolano para que possa haver uma transferência de competências e de “know how” de tecnologia.

François Hollande salientou que o seu país está interessado também na responsabilidade social e ambiental, e tudo faz para que o investimento seja feito em benefício de todos, em prol do país anfitrião, neste caso Angola, e também em benefício da economia francesa, relativamente aos postos de trabalho.

Acrescentou que as empresas francesas pretendem responder pedidos feitos no sentido da construção da eficácia energética e de infra-estruturas.

Angola adoptou um plano para Luanda, com orientações estratégicas no sector dos transportes e tratamento de resíduo, também aqui muitas empresas estão disponíveis para responder, favoravelmente, em prol do ambiente e das cidades sustentáveis, sublinhou.

Na vertente financiamentos, François Hollande garantiu que tudo fará para que os bancos franceses possam estar em Angola a fim de facilitar o acompanhamento às empresas e aos investimentos no país.

Fonte:Angop/Jambakiaxi

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