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Prestações do Kilamba aumentam 40% em kwanzas

qwefwO Expansão fez contas para o caso de um inquilino que comprou um apartamento de tipologia T3, em 8 de Agosto de 2013, por 80 mil USD, e que teria de pagar 20 prestações anuais de 6.551 USD ao câmbio do dia do banco.

A primeira prestação ficou, ao câmbio de então (99,7514 Kz/USD, acrescido de 3% da taxa de serviço administrativo, ou seja, 99,7514 Kz/USD), em cerca de 653,4 mil Kz. Mas, considerando a taxa de câmbio da última segunda- feira, 21 de Setembro (135,968 Kz/USD, acrescida de 3% da taxa, ou seja, 140,047 Kz/USD), a mesma prestação – de 6.551 USD – aumenta 40,4 %, para cerca de 917,4 mil Kz.

No início da semana passada, recorde-se, o presidente do conselho de administração da Imogestin, entidade que está a conduzir o processo de venda das casas do Kilamba, anunciou que o pagamento por parte dos inquilinos vai ser feito por via do Fundo para o Desenvolvimento Habitacional (FDH), uma entidade criada em Agosto último e gerida pela Imogestin.

Na altura, Rui Cruz explicou que a prestação referente a 2014, que não foi cobrada, será diferida para o ano inicialmente aprazado para o termo do contrato. “O cliente que tem o contrato de reembolso previsto para 20 anos vai pagar em 21 anos, precisamente por causa do ano de 2014, que está em falta”, explicou.

O responsável disse que o sistema de pagamento não será apenas anual, havendo também a opção mensal, podendo os moradores efectuar a liquidação das suas prestações via Multicaixa, ou por transferência bancária.

O Expansão questionou a Imogestin sobre o facto de, nos contratos, a renda estar fixada em dólares, o que contraria a Lei do Arrendamento, mas a empresa não respondeu até ao fecho da edição. Por explicar ficou também a partir de que dia e para que bancos serão feitas as transferências. Os apartamentos T3, com cozinha e duas casas de banho, recorde-se, eram inicialmente comercializados por 130 mil USD. Mas, na sequência de uma visita do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, à centralidade, o valor foi reduzido para 80 mil USD – menos quase 40% em relação ao início.

Na semana passada, Rui Cruz explicou que, na nova fase de comercialização das centralidades, o regime de renda resolúvel apenas será disponibilizado a funcionários públicos que ainda não tenham adquirido casas ao Estado. Para quem integrar os outros regimes – venda pública livre e venda pública dirigida -, o mecanismo será o recurso ao sistema bancário com taxas de juro bonificadas.

A venda pública dirigida diz respeito a empresas públicas, privadas e institutos públicos e terá uma quota aprovada pelo Executivo, devendo estas instituições indicar os trabalhadores beneficiários. Para venda pública livre foi fixada uma quota de 20% a 30%, sendo as candidaturas feitas primeiro através do portal da Imogestin na Internet e depois através de candidatura física. Em ambas as modalidades de venda, 30% das habitações estarão reservadas a pessoas com menos de 40 anos de idade.

Fonte:Expansão/Jambakiaxi

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This entry was posted on 29 de Setembro de 2015 by in Economia, Politica and tagged , , , , , , , , , , , , , .

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